Por Redação Gazeta Gaúcha
Portal GZ1.com.br – GZ1Serra.com.br
Brasília DF
Foto: Reprodução – BAND TV
As campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que ambos cometeram erros no debate da TV Bandeirantes e falharam em atrair eleitores indecisos. Diante disso, os candidatos devem ajustar estratégias e corrigir falhas antes do confronto final do segundo turno, na TV Globo.
As campanhas de Flávio Bolsonaro e do presidente Lula avaliam que ambos cometeram erros no debate da TV Bandeirantes e falharam em atrair eleitores indecisos. Diante disso, os candidatos devem ajustar estratégias e corrigir falhas antes do confronto final do segundo turno, na TV Globo.
As campanhas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiram revisar estratégias para o último debate presidencial do segundo turno, marcado para a próxima quinta-feira (22), na TV Globo. A avaliação comum é que ambos cometeram erros e desperdiçaram oportunidades no confronto realizado pela TV Bandeirantes.
Segundo interlocutores dos dois lados ouvidos pela apuração de um portal de notícias do país, nenhum dos candidatos conseguiu dialogar de forma eficaz com o eleitorado indeciso e moderado, considerado decisivo para definir o resultado da eleição. A conclusão foi reforçada por levantamentos informais em redes sociais e grupos de eleitores.
No campo bolsonarista, a análise é que Flávio Bolsonaro precisa oferecer respostas mais diretas e objetivas ao invés de usar a tática de atacar o adversário se esquivando de qualquer questionamento. Também houve críticas internas à estratégia de circular e gesticular atrás do adversário durante o debate.
Para observadores alinhados à direita, esse comportamento pode transmitir arrogância e desrespeito, características que tendem a gerar rejeição entre eleitoras, vistas como um dos segmentos mais influentes nesta fase da disputa.
Já a campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) considera que Lula administrou mal parte do tempo disponível e priorizou temas considerados de apelo limitado junto ao eleitor médio, como a exploração de terras raras e propostas voltadas a povos originários.
Os defensores da campanha do presidente também avaliaram que, especialmente no início do debate, Lula teve dificuldades para impor os temas da discussão, reagindo a provocações do adversário e gastando tempo com respostas defensivas.
Segundo a mídia, o diagnóstico final compartilhado por ambos os lados foi o de um debate excessivamente agressivo e pobre em propostas, o que levou as campanhas a planejar novos treinamentos antes do confronto final na TV Globo. Com informações site Sputnik.

